O Que Fazer em Mariana: Tradição e Cultura no Coração de MG

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Conhecida e referida por muitos como “a Primaz de Minas”, visitar a cidade de Mariana é fazer um mergulho numa história que se confunde com as raízes do próprio estado de Minas Gerais.

A localidade é descrita pela historiografia contemporânea como a primeira vila, cidade e capital do estado mineiro, fruto dos esforços da Coroa Portuguesa em povoar os sertões das capitanias para além da Serra da Mantiqueira.

Desde 1711, ano de sua fundação, até os dias atuais, o município consolidou-se como um dos maiores expoentes da exploração aurífera e de minérios de base no estado e no país.

A relevância essencial do apogeu do ciclo minerário traduz-se hoje na riqueza arquitetônica e cultural que floresce e resiste no município – com suas construções centenárias que permeiam o colonial e o rococó, desde o barroco até o neoclássico, somada à efervescência das manifestações culturais típicas e originárias, possibilitam a quem visita Mariana uma experiência única no mar de morros de Minas.

Onde fica Mariana?

Mariana está situada na região central do estado de Minas Gerais, no território compreendido pelo Quadrilátero Ferrífero (denominação caracterizada pela forte presença de atividades de mineração de grande porte, sobretudo de derivados de minério de ferro).

A proximidade de outras cidades históricas tradicionais, como Ouro Preto, bem como a distância relativamente curta em relação à capital mineira, Belo Horizonte, fazem com que o município seja servido de excelentes e diversas opções de acesso e infraestrutura.

Como chegar a Mariana?

De ônibus

A viação Pássaro Verde oferece opções variadas de deslocamento por coletivo até Mariana, com linhas regulares diretas saindo de Belo Horizonte, Viçosa, Ponte Nova e Ouro Preto. A viação Útil, por sua vez, oferece uma conexão a partir do Terminal Tietê, em São Paulo.

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De carro

A localização do município próxima à capital mineira e à outras cidades históricas mineiras acaba por assegurar a presença de boas opções em termos de estradas de rodagem para quem viaja de carro.

Para quem vem do Rio de Janeiro ou de Belo Horizonte, o acesso se dá invariavelmente pela BR-040; para quem vem da capital mineira, deve-se tomar o acesso para a BR-356 (ou Rodovia dos Inconfidentes) tendo como ponto de referência sentido Sul a Lagoa dos Ingleses.

O mesmo trajeto é tomado para quem sai do Rio de Janeiro sentido Norte, devendo o motorista permanecer na BR-040 até o município de Conselheiro Lafaiete. Os visitantes que viajam a partir de São Paulo têm como opção principal a BR-381 (Rod. Fernão Dias) até o município de Carmópolis de Minas.

De lá, seguir pela MG-270 até a localidade de Entre Rios de Minas, passando por São Brás do Suaçuí até a intersecção com a BR-040. Através do acesso a Ouro Branco, a MG-129 leva até a intersecção do Parque do Itacolomi em Ouro Preto, que por sua vez, tem Mariana como próxima cidade em sequência (acesso pelo distrito da Passagem).

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Do aeroporto de Confins

Para quem chega à capital mineira por via aérea, o aeroporto de Confins oferece conexão por coletivo com a Rodoviária Central com ônibus regulares a cada trinta minutos (Conexão Aeroporto). Da estação rodoviária, a viação Pássaro Verde oferece horários variados com linhas diretas e itinerantes para Mariana (vide tópico De Ônibus).

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Quando visitar Mariana?

Tal qual outras cidades históricas mineiras, a flexibilidade de alta e baixa temporada em Mariana não é um fator decisivo na escolha da melhor época do ano para visitar o município, que conta com atrativos culturais o ano todo.

Contudo, a escolha do programa pessoal de cada visitante se constitui em um elemento determinante para um melhor aproveitamento da experiência de cada passeio.

Para o visitante que pauta seu passeio em atrativos arquitetônicos e históricos, recomenda-se o final de semana, preferencialmente fora dos períodos de férias escolares e feriados prolongados; atrativos como a Maria-Fumaça que vem de Ouro Preto proporcionam uma melhor experiência fora da época de maior aglomeração.

Para aqueles que buscam eventos e festividades, o Carnaval e a Semana Santa permanecem como dicas principais; o Festival de Inverno em julho têm suas atividades sediadas em Ouro Preto, mas também estende suas atrações para o município vizinho.

Por outro lado, quem procura atrações naturais e roteiros de ecoturismo, recomenda-se evitar o período de chuvas, compreendido entre dezembro e março. Atrações aquáticas como córregos e cachoeiras, ainda que mais cheios por ocasião das precipitações que caracterizam o verão, são suscetíveis a elevações súbitas no nível da água, tornando o nado inseguro e até perigoso.

Atividades de trekking e escalada, que têm como principal expoente o Parque Estadual do Itacolomi e o pico de mesmo nome, são realizadas com maior aproveitamento em temporadas amenas como o outono e a primavera; encarar a subida do pico do Itacolomi no inverno, contudo, pode ser um desafio recompensador com a vista do colchão de nuvens entre o mar de morros, do alto de seus 1.772 metros de altitude em relação ao nível do mar.

O que fazer em Mariana?

Sendo uma cidade culturalmente cosmopolita, com prismas variados de manifestações artísticas e culturais, Mariana constitui-se em um destino onde sempre há algo novo a descobrir. Com atrativos históricos, naturais e culturais, há abundância de opções de roteiro para qualquer itinerário.

  • Mina da Passagem
  • Museu Arquidiocesano de Arte Sacra
  • Praça Cláudio Manoel
  • Restaurante Lua Cheia
  • Praça Gomes Freire
  • Pelourinho e Casa da Câmara e Cadeia
  • Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos
  • Catedral da Sé (Nossa Senhora de Assunção)
  • Igreja de Nossa Senhora do Carmo
  • Igreja São Francisco de Assis
  • Igreja de São Pedro dos Clérigos

Igreja de São Pedro dos Clérigos

Igreja São Pedro dos Clérigos, Mariana - MG | Credito Adam Jones por Flickr
Igreja São Pedro dos Clérigos, Mariana – MG | Credito Adam Jones por Flickr

Fundada em 1731 pela irmandade secular homônima, este templo católico de estilo barroco têm como principal peculiaridade o fato de ter levado quase duzentos anos até que fosse concluído em condições de uso regular.

A preparação do terreno de sua construção só foi executada em 1753, e após uma sucessão de paralisações em suas obras, o empreendimento foi completamente abandonado por volta da década do século XIX – condição na qual permaneceria até a segunda década do século seguinte, quando um projeto simplificado em relação ao original foi empreendido pelo então padre e arquiteto Arthur Hoyer.

Tal simplificação é o que distingue este templo de seus congêneres em Mariana, com uma decoração interior minimalista característica dos templos ecléticos e modernistas. No entanto, a igreja possui em seu interior uma estátua de São Pedro com alto grau de detalhamento – uma reminiscência de suas concepções originais.

Igreja São Francisco de Assis

Igreja São Francisco de Assis | Credito Simone por Wikimedia
Igreja São Francisco de Assis | Credito Simone por Wikimedia

Uma das edificações históricas mais emblemáticas do município, esta igreja caracteriza-se como um dos expoentes máximos da tradição arquitetônica rococó – um desdobramento do barroco de influência portuguesa, que pautou a arquitetura colonial no século XVIII.

Com suas obras iniciadas em 1763, seus elementos ornamentais foram esculpidos por Antônio Francisco Lisboa, o Aleijadinho, com pinturas e decorações confeccionadas por Manuel da Costa Ataíde, ou Mestre Ataíde (o qual encontra-se sepultado na referida igreja).

O conjunto arquitetônico do Largo do Pelourinho, onde também se encontra a igreja de Nossa Senhora do Carmo, é tido por muitos arquitetos e historiadores o expoente máximo da contribuição destes artesãos para a construção da identidade artística nacional.

Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Igreja de Nossa Senhora do Carmo | Credito Ricardo por Wikimedia
Igreja de Nossa Senhora do Carmo | Credito Ricardo por Wikimedia

Situado ao lado da Igreja de São Francisco de Assis – numa configuração rara não só no Brasil mas como em todo o mundo – este templo carmelita é ponto de parada obrigatória para quem visita Mariana.

Igualmente construído em estilo rococó, tal qual a homônima São Francisco de Assis, o templo foi construído em 1784 com autoria do projeto de Félix Antônio Lisboa, meio-irmão do já consagrado Aleijadinho.

Constitui-se também em referencial máximo do trabalho de resgate, restauração e salvaguarda do patrimônio histórico mineiro: no ano de 1999, um incêndio acabou por destruir o telhado, o piso de madeira, o púlpito e os altares laterais, comprometendo seriamente ainda o douramento da decoração original ainda remanescente.

Mas os esforços de historiadores, restauradores e arquitetos, somados aos incentivos do governo estadual e órgãos de proteção do patrimônio acabaram por restaurar por completo essa joia colonial, que hoje está aberta à visitação.

Catedral da Sé (Nossa Senhora de Assunção)

Igreja da Sé, Mariana - MG | Credito Lucas por Wikimedia
Igreja da Sé, Mariana – MG | Credito Lucas por Wikimedia

Templo mais antigo de Mariana, teve sua construção iniciada já em 1711, quando da elevação do arraial à categoria de vila. De estilo que remete ao maneirismo lusitano, caracterizado pela sobriedade do traçado, a matriz da atual Arquidiocese de Mariana foi elevada a catedral em 1745.

Nela está abrigado um raro órgão de tubos; importado da Alemanha no século XVIII, tem sua construção atribuída ao renomado organista germânico Arp Schitger (1648-1719) e hoje, após meticulosa restauração, pode ser visto em plenas condições de funcionamento.

Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos

Construída em 1752, caracteriza-se como uma das igrejas pautadas pela aglomeração dos africanos colonizados em torno das irmandades de Nossa Senhora do Rosário. Nela se encontram os últimos trabalhos atribuídos ao Mestre Ataíde. Em 2016, o templo foi submetido a rigoroso processo de restauração, empreendido pelo IPHAN.

Pelourinho e Casa da Câmara e Cadeia

Casa de Câmara e Cadeia | Credito Raphael por Wikimedia
Casa de Câmara e Cadeia | Credito Raphael por Wikimedia

A praça Minas Gerais é o coração do núcleo histórico de Mariana. Em seu centro está o pelourinho, um obelisco em pedra empregado originalmente para açoitar escravos.

Ao largo das igrejas de São Francisco de Assis e de Nossa Senhora do Carmo está a Casa da Câmara e Cadeia – uma das construções de alvenaria pioneiras do município, conserva boa parte da estrutura original que era empregada como senzala, cadeia e casa de fundição do ouro no andar inferior, e fórum e prefeitura no segundo pavimento.

Outrora símbolo de autonomia regional, hoje abriga a Câmara de Vereadores do município.

Praça Gomes Freire

Praça Gomes Freire | Credito Pedro por Flickr
Praça Gomes Freire | Credito Pedro por Flickr

Um agradável conjunto arquitetônico e paisagístico, a praça Gomes Freire oferece ao visitante uma oportunidade única de adentrar a experiência bucólica do cotidiano das cidades históricas mineiras, com suas fontes e jardins cercados pelo casario tradicional do século XVIII e XIX. Suas adjacências são servidas por uma boa quantidade de restaurantes.

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Praça Cláudio Manoel

Praça Claudio Manoel | Mariana - Credito Antoine 49 por Flickr
Praça Claudio Manoel | Mariana – Credito Antoine 49 por Flickr

Situada defronte à capital do mesmo nome, a praça Cláudio Manoel, também conhecida com Praça da Sé, já serviu de palco para eventos históricos importantes, como a posse de Dom Frei Manoel da Cruz, primeiro bispo de Minas Gerais.

Em suas cercanias, estão a Casa da Intendência e a antiga Estalagem de Mariana. Sua proximidade com a Rua Direita dá acesso a outros pontos históricos importantes, como a Casa Museu, do poeta simbolista Alphonsus de Guimarães.

Museu Arquidiocesano de Arte Sacra

Com suas instalações construídas em 1770 em uma das mais belas manifestações do rococó mineiro, o Museu Arquidiocesano de Arte Sacra é parada obrigatória para quem busca conhecer as raízes religiosas do Brasil Colônia.

A instituição abriga uma das mais valiosas coleções de obras sacras do Barroco mineiro, além de itens como uma túnica de Dom Pedro II e um dos tronos de Dom João VI.

Mina da Passagem

Mina da Passagem | Credito Leandro por Wikimedia
Mina da Passagem | Credito Leandro por Wikimedia

Na Mina da Passagem, situada no distrito de mesmo nome, o visitante pode vivenciar a rara experiência de adentrar umas das poucas minas de ouro atualmente abertas à visitação pública em todo o mundo.

Com mais de 120 metro de profundidade, o complexo minerário foi aberto em 1819 e desativado em 1954, sendo aberto para finalidades turísticas nos anos seguintes.

O trajeto é feito em carrinhos de mineração sobre trilhos, com visitas guiadas regulares. A mina ainda abriga um museu com peças e artefatos e um grande lago subterrâneo, que atrai praticantes de mergulho de espeleologia do Brasil e do exterior.

Maria-Fumaça entre Ouro Preto e Mariana

Maria Fumaça - Mariana até Ouro Preto
Maria Fumaça – Mariana até Ouro Preto

A chegada da Estrada de Ferro Central do Brasil (EFCB) a Mariana, em 1914, marcou o apogeu da riqueza do ciclo minerário na região. Partindo de Ouro Preto, o visitante pode se encantar com uma viagem de 18 quilômetros, serpeando por vales, cânions e montanhas.

Tracionado por uma locomotiva a diesel, o trem possui um carro de passageiros especial, adaptado com vista panorâmica, o que faz a diferença na experiência de cruzar os morros e túneis do trajeto. O conjunto de estações abriga um Museu Ferroviário e também conta com biblioteca, café e restaurante.

O que comprar em Mariana?



Tal qual outras cidades históricas do Circuito dos Inconfidentes, Mariana possui uma variedade de arte local muito rica, com artesanatos locais disponíveis para todos os gostos.

Um bom exemplo pode ser encontrado na região compreendida pela praça Gomes Freire e as ruas Direita e Dom Silvério concentra a maioria dos ateliês e corporações de artesãos, com suas pinturas e esculturas barrocas de madeira, além artefatos esculpidos em pedra-sabão oriundos do distrito vizinho de Cachoeira do Brumado.

Também podem-se encontrar peças confeccionadas em madeira, metal e cerâmica, com opções de todos os tipos e feitios.

Onde ficar em Mariana?

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Pousada Ouro Real

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Pousada Ouro Real | Divulgação
Pousada Ouro Real | Divulgação

Considerada umas das melhores acomodações de Mariana e localizada na rua Direita de Mariana, no Centro Histórico de Mariana, e do restaurante recomendado no Guia 4 rodas Lua Cheia, essa pousada consta com um centro de bem-estar, além de um banho turco e uma confortável banheira de hidromassagem. Sem conta com a avaliação fabulosa para o café da manha.

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Pousada da Serrinha

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Pousada da Serrinha | Divulgação
Pousada da Serrinha | Divulgação

Eu recomendo para viagem em casal, essa pousada fica rodeada por bosques, a Pousada da Serrinha fica a 4 km do Centro Histórico de Mariana. Possui Wi-Fi gratuito e também um buffet de café da manhã com avaliação fantástica, além de espaço para assar aquele carne e área de recreação infantil.

A Mina da Passagem esta a 1000 metros da pousada, e o terminal rodoviário local fica a 5 minutos de carro. E o melhor é a pousada esta a 15 minutos de carro do centro histórico de Ouro Preto.

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Hostel Relicário das Minas

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Hostel Relicário das Minas | Divulgação
Hostel Relicário das Minas | Divulgação

Entre as instalações do hostel estão uma área de churrasqueira, uma cozinha de uso comum e uma sala de estar para todos os hospedes poderem interagir, também consta com Wi-Fi gratuito.

O hostel possui quarto compartilhados e quartos família. Todos os quartos tem banheiro privativo com chuveiro. Um café da manhã continental de avaliação “muito bom” é servido diariamente.

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Onde comer em Mariana?

A diversidade de restaurantes de Mariana atesta da riqueza culinária e gastronômica da cozinha mineira. Para quem deseja almoçar o que há de melhor na comida típica da região, uma das principais recomendações de guias especializados, como o Guia Quatro Rodas e o consagrado TripAdvisor é o restaurante Lua Cheia.

Com vasta variedade de pratos em seu buffet, o visitante pode saborear um feijão tropeiro acompanhado de galinha caipira com quiabo e angu preparados em panela de pedra-sabão, com acompanhamentos como torresmo e sobremesas produzidas localmente, como os doces de leite, figo e goiabada, não raro acompanhados de queijo fresco.

Para jantares e saídas noturnas, o centro histórico é servido de numerosas pizzarias, bares e tabernas. Destacam-se como opções proeminentes o Bistrô Restaurante, que se caracteriza por suas pizzas recheadas e menus que se adequam tanto a saídas em grupo quanto a sós ou a dois.

Outra opção digna de visita é o Botequim São Pedro, situado ao lado da igreja de mesmo nome, é o ponto de encontro ideal para saborear uma cerveja artesanal acompanhada de uma travessa de tira-gosto, com a paisagem tradicional do casario mineiro como plano de fundo.

Próxima Parada da Estrada Real!

Mariana está situada na rota do Circuito dos Inconfidentes. Para quem escolheu um roteiro maior que o tradicional bate-e-volta, conhecer outras cidades históricas do ciclo da mineração pode enriquecer a experiência de conhecer e descobrir Minas Gerais a outros patamares.

Confira abaixo outras opções de destinos turístico-culturais mineiros a partir de Mariana:

Como ir de Mariana a Congonhas

O acesso a Congonhas se dá pelo retorno à BR-040, através da MG-129, num trajeto de pouco mais de 73 km. Para quem usa o transporte coletivo, as viações Transcotta e Atual mantém linhas regulares para Congonhas, com partidas saindo da rodoviária de Ouro Preto.

Leia mais: Guia completo do que fazer em Congonhas | A famosa cidade dos Profetas

Como ir de Mariana a Ouro Preto

O distrito de Passagem separa as duas cidades em uma distância de 14 km. A opção mais recomendada é a do emprego do ônibus, com itinerários regulares mantidos pela viação Pássaro Verde.

O trajeto pode ser ainda realizado de carro, e até mesmo a pé para quem aprecia trekking. Caso o visitante esteja hospedado em Mariana, pode-se ainda considerar o trem como opção de retorno.

Leia mais: O que fazer em Ouro Preto | 19 coisas para fazer na primeira capital de MG

Como ir de Mariana a Diamantina

Para você ir até Diamantina você terá que percorrer um roteiro de natureza mais longa, com 398km de extensão. O trajeto se dá através da BR-356 e BR-040 até Belo Horizonte, com o ônibus da viação Pássaro Verde. Na Rodoviária Central, é necessário fazer a baldeação para outro ônibus da mesma companhia, que segue pela BR-040 até a saída para a MG-231 sentido Curvelo, passando pelas BR-259 e BR-367 até chegar a Diamantina.

Devido à extensão do trajeto, recomenda-se a viagem de carro.

Leia mais: Guia completo do que fazer em Diamantina: Pontos Turísticos, onde ficar e dicas

Como ir de Mariana a Tiradentes

O trajeto ate a cidade de Tiradentes é de 175 km que pode ser realizado pelo acesso da MG-129 à BR-040 e posteriormente à BR-383 na saída seguinte, sentido São João del-Rei. O trajeto de ônibus é mais demorado e demanda traslados; devido à ausência de linhas diretas com Tiradentes, a viação Atual mantém trajeto entre Ouro Preto e Barbacena, com conexão através da BR-040.

De lá, a viação Transur mantém itinerários diretos para Tiradentes. Assim como Diamantina, o trajeto de carro permanece como alternativa mais vantajosa.

Leia mais: Guia completo do que fazer em Tiradentes | O Guia da cidade mais charmosa de MG

Dicas importantes para sua viagem à Mariana

  1. Ao chegar a Mariana, procure deixar o carro na parte baixa do Centro Histórico. Estacionar nas ruas estreitas pode ser um desafio, sobretudo nos períodos de alta temporada.
  2. Para quem deseja passear no trem turístico, recomenda-se comprar a passagem com antecedência. Os bilhetes para cada trem se esgotam rapidamente, sobretudo os assentos do carro panorâmico.
  3. Para distâncias curtas como Ouro Preto e a Mina da Passagem, usar o ônibus pode ser a melhor opção. Além de barato e com vasta disponibilidade de horários, assegura que quem segue por estes trajetos não tenha que se preocupar com despesas correntes com combustível e estacionamento privativo, resultando num melhor aproveitamento da experiência do passeio.

Visitar o complexo de cidades históricas de Minas Gerais é uma experiência que todo turista deveria experimentar. Na cosmopolita Mariana, o passado e o presente se encontram de forma harmônica, que possibilita ao visitante uma genuína imersão no contexto cotidiano destas regiões.



Permeando três séculos de história, a visita à primaz de Minas proporcionará ao viajante um panorama das raízes do estado de Minas Gerais, que resistem e persistem ao passar do tempo.

Planeje sua viagem a Mariana

Após um turbilhão de informações no decorrer desse post, vou te dar a última dica: Em viagem, tempo é dinheiro. Esse ditado pode parecer comum, mas te garanto que nunca fez tanto sentido. Para economizar seu tempo, agrupei todos os sites que sempre utilizo em minhas viagens, Fica Ativo e Planeje-se.

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Daniel Gualberto
O desejo de poder sempre viajar e compartilhar minhas dicas com a maior quantidade de pessoas, me levou a entrar no mundo dos blogs e mídias sociais, e um dia ter o Fica Ativo e Viaja (#FAV) como um das mais respeitadas referência em blog de viagens do Brasil.

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