Pontos Turísticos de Chiang Rai: 16 principais lugares para visitar

Ásia Sudeste Asiático Pontos Turísticos de Chiang Rai: 16 principais lugares para visitar


A seguir estão os principais pontos turísticos de Chiang Rai, para que você conheça as mais incríveis atrações da cidade e da província da qual ela é a capital.

Essa região é um dos principais destinos turísticos da Tailândia, por conta de suas paisagens incríveis e exóticas, templos inusitados e uma cultura muito rica e diferente de tudo que você já viu.

A região norte da Tailândia está repleta de paisagens naturais deslumbrantes. Selvas tropicais, com uma vegetação exuberante, montanhas incríveis e grandes rios são comuns por aqui.

Esse cenário é a morada de povos quase isolados, conhecidos como “tribos das montanhas”. Esses povos fazem parte de minorias étnicas, que possuem uma cultura muito rica e muito diversificada.

Ao visitar Chiang Rai, você não pode perder essas paisagens naturais. Na lista abaixo, estão algumas atrações desse tipo para você relaxar entre as montanhas tailandesas.

Na cidade de Chiang Rai, o destaque fica por conta dos templos. A Tailândia é um país budista, e em muitas cidades tailandesas há inúmeros templos. São muitos mesmo, dezenas, centenas por cidade.

O que é ótimo: como cada templo é um tesouro arquitetônico, significa que há muito para descobrir em cada canto do país. Chiang Rai não é diferente nesse sentido: são vários e vários templos para você escolher.

Mas é diferente em um detalhe: os templos mais famosos de Chiang Rai não são nada tradicionais. Chiang Rai é a cidade das cores, e em muitos templos da cidade você verá cores inusitadas, decorações excêntricas e detalhes nada ortodoxos.

Não se sabe se é o ar ou o clima, ou alguma outra característica da cidade, mas o fato é que os artistas de Chiang Rai, que construíram os templos mais recentes, são todos pra lá de excêntricos.

Na cidade de Chiang Rai, outro ponto forte é a cultura. A cultura tailandesa, é claro. E o que é mais tailandês do que fazer compras?

Na cidade há vários mercados, inclusive os tradicionais mercados noturnos. Não são tão grandes quanto os de Bangkok, mas suficientes para o turista mais consumista sair satisfeito com suas compras.

E, por falar em cultura, não posso esquecer dos museus. São poucos, pois a cidade é pequena, mas são muito interessantes e certamente muito enriquecedores.

Então vamos logo aos pontos turísticos de Chiang Rai, porque há muita coisa para ver. 

 1.  Templo Branco

Templo Branco

De todos os pontos turísticos de Chiang Rai, o mais famoso é sem dúvida o Wat Rong Khun, mais conhecido pelos visitantes como Templo Branco.

Esse templo é uma verdadeira obra de arte, de autoria de Chalermchai Kositpipat, um artista plástico que nasceu em Chiang Rai. No fim do século passado, começou a construir o Templo Branco.

No terreno, ficava um antigo templo em ruínas, que acabou sendo demolido. O Templo Branco foi aberto ao público em 1997, pouco tempo depois do início das obras, mesmo sem estar concluído. E continua incompleto até hoje.

A previsão de conclusão da obra é para o ano de 2070. Vale lembrar que o artista está fazendo a obra com seus próprios recursos financeiros.

Até lá, Kositpipat continua fazendo alterações, acrescentando mais esculturas, fazendo mais pinturas nas paredes interiores. Mas, mesmo não estando pronto, visitar o templo já é um passeio de tirar o fôlego.

Diferentemente dos outros templos tailandeses, onde a cor predominante é o dourado, no Templo Branco, como o nome já diz, a cor que predomina é o branco. Essa cor simboliza a pureza de Buda.

A parte mais famosa do templo é a fachada do ubosot, o salão principal, na frente do qual há uma ponte que atravessa um lago. Apresenta detalhes típicos dos templos budistas, como os telhados em degraus, pinturas nas paredes, relevos e esculturas.

Mas apresenta também características completamente inusitadas, como esculturas de monstros e seres mitológicos, pinturas de celebridades e muito mais.

Por esses e outros motivos, o Templo Branco gera estranheza e fascínio ímpares.

A coisa mais famosa desse templo é a mistura que Kositpipat faz entre símbolos sagrados e tradicionais do budismo com elementos e personagens da cultura pop ocidental.

Ao passear pelo templo, você vai encontrar diversas esculturas e pinturas representando personagens da política, do cinema e das artes ocidentais, especialmente norte americanos.

Não se espante se ver, por exemplo, uma pintura do Michael Jackson, de George Bush ou do Super Homem dentro de um templo budista no norte da Tailândia.

Ao redor do templo, há lindos jardins. O ambiente transmite um grande sentimento de paz e tranquilidade. Localiza-se fora de Chiang Rai, a aproximadamente 13 quilômetros a sudoeste da cidade.

Você pode chegar aqui pegando o ônibus na plataforma 8 da rodoviária de Chiang Rai (a rodoviária da cidade fica bem no centro, pertinho da Torre do Relógio).

A entrada custa 50 baht.

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 2.  Torre do Relógio

Chalermchai Kositpipat – Torre do Relogio em Chiang Rai

Bem no centro de Chiang Rai fica a Torre do Relógio. Essa torre, também de autoria de Chalermchai Kositpipat, fica no meio de uma movimentada rua da cidade, numa espécie de rotatória.



Foi construída em 2008, e desde então se transformou num dos mais famosos pontos turísticos de Chiang Rai.

Toda aquela extravagância do Templo Branco pode ser vista novamente na Torre do Relógio. Essa excentricidade é a marca registrada de Chalermchai Kositpipat.

Mas, se no Templo Branco o artista evitou o dourado típico dos templos tailandeses, aqui Kositpipat abusou dele.

A Torre do Relógio é toda dourada e brilhante. E, como se não bastasse a cor chamativa, seu formato incomum e a riqueza de detalhes, de entalhes e relevos faz com que essa torre seja vista de longe.

De noite, essa torre ganha um show de luzes incrível. Por ser feita de um material naturalmente brilhante, as luzes multicoloridas se refletem em sua superfície e formam um espetáculo imperdível.

Vale a pena visitar a Torre do Relógio durante o dia e durante a noite, pois a paisagem da região se transforma nesses dois horários.

A torre fica no cruzamento entre as ruas Thanon Baanpa Pragarn e a Suk Sathit, a apenas alguns minutos de caminhada do Night Bazaar.

 3.  Chiang Rai Night Bazaar

Depois de conferir a Torre do Relógio iluminada, uma ótima ideia é ir para o Chiang Rai Night Bazaar para curtir o resto da noite. Os mercados são tradicionalistas na Tailândia, e é claro que Chiang Rai não ficaria de fora. 

O Night Bazaar de Chiang Rai só funciona durante a noite, das 18 às 23h, e é o mercado noturno mais famoso da cidade. Aqui, você encontra quase tudo num só lugar.

Há muitas barracas que vendem todos os tipos de produtos, como roupas, calçados, artesanatos, bijuterias e muito mais.

Há também várias barracas que servem comidas típicas da região, o que faz desse mercado um dos melhores lugares para jantar na cidade.

Com frequência, há apresentações musicais ou artísticas, que oferecem espetáculos tradicionais da cultura do país.

Os mercados tailandeses são muito interessantes porque são quase uma festa, onde se encontra um pouco de tudo que compõe a cultura nacional. São os ambientes mais genuinamente tailandeses.

O Night Bazaar de Chiang Rai, apesar de pequeno, segue essa regra. Ponto turístico de Chiang Rai obrigatório, o Night Bazaar é um ótimo local para curtir a noite e, de quebra, matar a fome e, ainda, comprar lembranças para a família e para todos os amigos.

 4.  Hill Tribe Museum

O Hill Tribe Museum é um dos museus mais famosos de Chiang Rai.

Esse museu, como o nome já indica, é dedicado a expor e preservar a história e a cultura das tribos que habitam as montanhas do norte da Tailândia.

A província de Chiang Rai possui diversos grupos étnicos, com costumes muito diferentes e com uma produção artística muito interessante. Toda essa riqueza cultural pode ser vista no Hill Tribe Museum.

As tribos das colinas são compostas por seis grupos étnicos principais, dentre os quais os mais famosos são os Karen. Um dos subgrupos dos Karen compõe a tribo das “mulheres do pescoço comprido”.

Essa tribo se destaca porque as mulheres, desde a infância, usam um colar com várias argolas no pescoço. Com o tempo, esse colar faz com que seus pescoços pareçam mais longos que o normal.

Além dessa tribo, há várias outras nessa região, compondo um painel cultural vasto e muito interessante.

Uma ótima maneira de conhecer a cultura dessas tribos é visitar o Hill Tribe Museum. Nele, você vai descobrir artesanatos, produtos manufaturados, vestes e objetos rituais que fazem parte do cotidiano desses povos.

Aqui, você vai poder apreciar a habilidade técnica dessas tribos e, acima de tudo, se deslumbrar com seu senso estético.

Cada objeto, por mais cotidiano e simples que nos pareça, se transforma nas mãos desses povos em verdadeiras obras de arte.

O Hill Tribe Museum fica no centro da cidade, a poucos minutos ao norte do Chiang Rai Night Bazaar.

A entrada custa 50 baht. 

 5.  King Mengrai Monument

Bem no centro da cidade, perto do Night Bazaar, fica outro importante ponto turístico de Chiang Rai, o King Mengrai Monument.

Esse monumento foi construído em homenagem a Mengrai, talvez o personagem mais famoso da história da cidade. Foi Mengrai quem fundou Chiang Rai, em 1262, estabelecendo-a como um dos principais centros do reino de Lanna.

O King Mengrai Monument consiste em uma imponente estátua do famoso rei, em cima de um alto pedestal.

Ao redor, estão algumas pilastras douradas e alguns animais, como elefantes e cavalos, que carregam o rei.

Esse monumento é um dos mais respeitados da cidade por seus moradores, e também é um dos locais mais procurados por turistas no centro de Chiang Rai.

 6.  Wat Phra Kaew

Em Bangkok fica o famoso Templo do Buda de Esmeralda, conhecido pelos tailandeses como Wat Phra Kaew. Esse templo de Bangkok abriga a estátua do Buda de Esmeralda, a escultura mais sagrada e mais famosa do país.

Mas o que nem todos sabem é que esse Buda de Esmeralda foi encontrado em Chiang Rai, mais precisamente nesse templo, também chamado Wat Phra Kaew. Hoje, o Wat Phra Kaew de Chiang Rai não abriga mais a estátua de Buda de esmeralda original, mas possui uma réplica muito valiosa.

O Wat Phra Kaew é um dos templos mais antigos de Chiang Rai, existindo desde, no mínimo, o século XV. Ao contrário de outros templos, como o Templo Branco e o Templo Azul, o Wat Phra Kaew é um templo no estilo tradicional.

Aqui pode-se ver com perfeição a arquitetura típica dos templos do norte da Tailândia, conhecida como estilo Lanna. Seu formato, visto da fachada, é fortemente triangular. Quase não há paredes.

O telhado domina quase toda a altura da construção. Feito de madeira, apresenta o telhado em degraus, as pinturas coloridas e uma grande riqueza de ornamentos.



É considerado um dos mais belos templos não só da cidade, mas de todo país. É considerado, também, um dos pontos turísticos de Chiang Rai verdadeiramente imperdíveis.

O Wat Phra Kaew fica no meio de um lindo bosque, repleto de bambuzais. A riqueza da vegetação que rodeia o templo desperta uma atitude contemplativa e uma enorme sensação de paz.

Esse templo fica bem no centro da cidade, pertinho da movimentada Torre do Relógio. Se você se cansar um pouco do agito caótico de Chiang Rai, já sabe: o Wat Phra Kaew é o melhor lugar para ficar zen e descansar um pouco a mente.

A entrada é gratuita.

 7.  Wat Phra Singh

Wat Phra Singh é outro templo muito antigo. Foi construído no século XIV, em estilo Lanna. Sua estrutura é de madeira, bastante simples.

Mas suas paredes são cobertas por lindos desenhos geométricos, pacientemente pintados ao longo de toda a extensão. Seu telhado, típico dos templos Lanna, possui degraus, e sua fachada é repleta de desenhos dourados. Na entrada, há uma pequena escadaria, ladeada de esculturas. 

Um dos principais destaques do Wat Phra Singh é a coleção de esculturas. O templo abriga estátuas importantes e muito antigas, originais. Mas também conta com réplicas oficiais esculturas muito sagradas, cujos originais se encontram em outros templos da Tailândia.

O Wat Phra Singh é um dos templos mais importantes da cidade e, juntamente com o Wat Phra Kaew, um dos melhores exemplos da arquitetura lanna do norte da Tailândia. Se você quer conhecer mais sobre a arquitetura lanna, dê uma olhada no próximo item.

A entrada é gratuita.

 8.  Oub Kham Museum

Do século XIII ao século XVIII, a região norte da Tailândia era denominada Reino de Lanna (ou Lan Na). Desse período, datam algumas construções preservadas em Chiang Rai, como o Wat Phra Kaew e o Wat Phra Sing. É dessa época, que muitas relíquias estão preservadas no Oub Kham Museum.

O Oub Kham é um dos museus mais importantes da cidade, sendo sem sombra de dúvidas um ótimo ponto turístico de Chiang Rai. Uma visita a esse museu é quase uma aula sobre a história e a cultura do Reino Lanna.

Além de você ficar sabendo mais sobre o estilo arquitetônico de construções como o Wat Phra Kaew e o Wat Phra Sing, ao visitar esse museu você verá diversos objetos desse período.

Por exemplo, utensílios de cozinha e objetos do cotidiano, obras de arte, roupas, imagens sagradas e armas, tudo num estilo belíssimo e cheio de vida, apesar de seculares.

Se você se interessa por história, não deixe de fazer uma visita.

Esse museu fica na parte oeste da cidade, mais precisamente numa rua chamada Nahkhai. Você pode chegar até ele pegando um ônibus, que sai da rodoviária.

A entrada custa 300 baht.

 9.  Templo Azul

Templo Azul

O Templo Azul fica na margem norte do rio Kok. É um templo muito recente: foi inaugurado em 2016. Por isso, não é um ponto tão tradicional para os turistas, como o Templo Branco.

Mas isso vem mudando rapidamente, e a cada ano a fama do Templo Azul se espalha mais, já sendo um dos mais conhecidos pontos turísticos de Chiang Rai. 

O Templo Azul, ou Wat Rong Suea Ten, é um dos mais belos do norte da Tailândia. Seu estilo é uma mistura entre arquitetura tradicional budista e algumas características visivelmente modernas.

Se você conhece os templos de Bangkok, vai reconhecer vários elementos aqui no Templo Azul.

Por exemplo, as paredes cheias de pinturas, o telhado em degraus, as esculturas. Mas também vai se surpreender com características únicas, inovadoras. Aqui, a cor principal é o azul, e não o dourado, como nos templos tradicionais.

Outra característica é a decoração exagerada, extravagante, com estátuas de seres mitológicos, grandes serpentes e monstros. Talvez essa excentricidade toda seja facilmente explicada pelo fato do criador do Templo Azul ser um aluno de Chalermchai Kositpipat, o excêntrico autor do Templo Branco.

O interior da sala principal é deslumbrante. Todas as paredes e o teto estão cobertos por uma série de desenhos geométricos azuis, com detalhes dourados.

O resultado é uma sala verdadeiramente psicodélica, que transmite uma estranha sensação de estar fora do mundo, ou de ter entrado em um outro mundo.

Apesar das cores fortes desses desenhos, a sala como um todo traz uma enorme sensação de paz e de serenidade. No centro, fica uma grande estátua de Buda, feita de porcelana, que parece refletir todo o azul da sala.

A entrada é gratuita. A forma mais fácil de chegar aqui é de tuk-tuk ou táxi.

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 10.  Wat Huay Pla Kang

Wat Huay Pla Kang

Vamos continuar pela região ao norte do rio Kok, onde vou te mostrar agora o Wat Huay Pla Kang. Esse templo fica a uns 6 quilômetros ao norte de Chiang Rai, e é um dos mais procurados pelos turistas.

Wat Huay Pla Kang é outro templo nada ortodoxo. Possui uma mistura de estilos arquitetônicos bastante inusitada.

Com influências do estilo Lanna e características da arquitetura chinesa, esse é um templo tão estranho quanto encantador. Seus dois monumentos mais marcantes são o pagode (calma, não tem nada a ver com música) e a estátua gigantesca de Guan Yin.

Pagodes são aquelas torres com vários beirais, tão comuns nos países do extremo oriente, mais precisamente Japão e China. A impressão é de que há um telhado sobre outro, e sobre outro, e sobre outro, dependendo do tamanho do pagode.

No caso do pagode de Wat Huay Pla Kang, são nada menos que nove andares. 

Perto do pagode, fica a enorme estátua de Gaun Yin. Sim, dessa vez não é uma estátua de Buda, e sim da boddhisattva Guan Yin, a deusa da misericórdia, na tradição chinesa.

A estátua possui uma altura equivalente a 25 andares e, como se não bastasse esse tamanho descomunal, a estátua ainda fica no alto duma colina. Sendo assim, já dá para imaginar a vista incrível que se tem de lá, né?

O Wat Huay Pla Kang é um dos mais famosos pontos turísticos de Chiang Rai.



Nesse templo, fica evidente toda a fé e devoção das pessoas da religião. Além, é claro, de ficar evidente a beleza de sua arquitetura e de sua arte.

Para chegar, a melhor forma é de tuk-tuk ou táxi. A visita ao templo é gratuita. Para subir na estátua de Guan Yin paga-se uma taxa de 40 baht pelo elevador.

 11.  Pong Phra Bat Hot Springs

Se você quer relaxar num balneário, com águas termais deliciosas, não pode perder o Pong Phra Bat Hot Springs, um dos pontos turísticos de Chiang Rai mais relaxantes.

O lugar é bem simples, mas não deixa de ser encantador. Localizado entre as montanhas ao norte de Chiang Rai, o Pong Phra Bat conta com piscinas termais e salas de banho, cercadas por paisagens incríveis.

A água vem de fontes termais, naturalmente quentes e extremamente relaxantes.

Além disso, nesse balneário há sessões da famosa massagem tailandesa.

A entrada custa a partir de 20 baht. A melhor forma de chegar é de táxi. 

 12.  Museu Baan Dam

Museu Baan Dam

Também na margem norte do rio Kok, não muito longe do Pong Phra Bat, fica o Museu Baan Dam. Baan Dam significa “casa preta”, e é um dos museus mais visitados da cidade.

Baan Dam é composto por aproximadamente 40 construções de cor escura, espalhadas por um lindo jardim.

Foi construído pelo pintor e arquiteto Thawan Duchanee, e serviu como sua residência e ateliê durante muitos anos. Após a morte do artista, em 2014, Baan Dan se transformou num museu, que expõe a obra de Duchanee e de alguns outros artistas da região.

As obras de arte do Baan Dam são macabras, criando um ambiente assustador. A visão pessimista de Duchanee povoou essas casas de madeira escura com ossos, esqueletos inteiros, animais mortos, chifres e outros objetos sombrios.

O tom sombrio das obras de arte é completado pela estrutura das casas. Se Chiang Rai é a cidade das cores, o Baan Dam é uma exceção à regra.

O Museu Baan Dam é o completo oposto do Templo Branco, estando ambos entre os mais visitados pontos turísticos de Chiang Rai. E é interessante mesmo visitar os dois, porque a diferença é tão grande que os torna quase complementares.

O Museu Baan Dam também fica ao norte do rio Kok, alguns quilômetros além do Templo Azul.

A entrada custa 80 baht, e a melhor forma de chegar lá é de tuk-tuk ou táxi.

 13.  Cachoeira Khun Korn

A região de Chiang Rai é rica em belas paisagens naturais, e as montanhas de seu entorno escondem belezas imperdíveis. É o caso do Khun Korn Forest Park Waterfall.

Esse parque é composto por um bosque incrível, com flora e fauna muito ricas. A vegetação aqui é típica do norte da Tailândia, muito exuberante, com muitas árvores tropicais, um clima bastante úmido. O parque também conta com muitos bambuzais.

No meio de toda essa exuberância da natureza, surge a cachoeira Khun Korn. Essa cachoeira é simplesmente exuberante.

Com aproximadamente 70 metros de queda, Khun Korn é uma das maiores cachoeiras do norte da Tailândia e um dos pontos turísticos de Chiang Rai mais bonitos.

A cachoeira é ideal para um mergulho, pois possui um poço raso e uma temperatura bastante refrescante.

No calor de Chiang Rai, nada melhor que um banho de cachoeira. Mas preste atenção ao tempo: em dias chuvosos não é bom nadar aqui, nem mesmo visitar a cachoeira.

Reserve essa atração para os dias de calor.

A melhor forma de chegar em Khun Korn é alugando uma moto. O Khun Korn Forest Park fica a aproximadamente 40 minutos a oeste de Chiang Rai, e é relativamente fácil de chegar.

 14.  Singha Park

Singha Park

Perto do Templo Branco fica um dos parques mais famosos do norte da Tailândia: o Parque Singha. Localiza-se numa região repleta de incríveis plantações de chá.

Além disso, o parque conta com bosques, jardins, um lago e até uma fábrica de cerveja. Singha é o nome de uma das cervejas mais populares da Tailândia.

No rótulo das cervejas Singha há um dragão amarelo; no parque, há uma gigantesca estátua do dragão símbolo da Singha.

O Parque Singha é um espaço muito agradável para curtir uma tarde em contato com a natureza.

As paisagens são incríveis e só por elas a visita já vale a pena. Mas, se você estiver em Chiang Rai em fevereiro, você tem um motivo a mais para visitar o parque.

É que na semana do Valentine’s Day (14 de fevereiro), o dia dos namorados dos Estados Unidos e Europa, acontece, no Singha Park, um famoso festival de balões.

O céu do Singha Park fica repleto de balões coloridos, e fazer um passeio num desses balões é uma experiência incrível.

Certamente é uma ótima forma de curtir o Valentine’s Day num dos mais belos pontos turísticos de Chiang Rai, de um jeito super romântico e bem ao estilo Capadócia.

A entrada custa 50 baht. A melhor forma de chegar aqui é de tuk-tuk ou táxi.

 15.  Doi Tung

É uma montanha que fica a aproximadamente 60 quilômetros ao norte de Chiang Rai, já perto da fronteira com o Myanmar.

Doi Tung é uma região famosa por abrigar um dos pontos turísticos de Chiang Rai mais bonitos: o Mae Fah Luang Garden.

O Mae Fah Luang é um jardim botânico que faz parte da Mae Fah Luang University. Chiang Rai é uma cidade quente, mas por ficar entre montanhas, o calor aqui é bem mais ameno que no sul da Tailândia.

E no Mae Fah Luang Garden, esse clima foi aproveitado para cultivar não só as plantas típicas da região, mas também plantas de climas mais frios.

O jardim é belíssimo, com canteiros geométricos que são verdadeiras obras de arte. Juntando plantas nativas com flores e árvores de outras partes do mundo, o Luang Fah Garden é sem dúvida um dos mais interessantes pontos turísticos de Chiang Rai.

A entrada custa 90 baht.

Outra atração muito interessante em Doi Tung é o Tree Top Walk, um parque muito divertido, onde há passarelas interligando as árvores.

A ideia é observar a floresta do ponto de vista dos pássaros. As florestas da região são maravilhosas, e observá-las de outro ângulo é uma experiência muito interessante.

A entrada custa 150 baht.

 16.  Triângulo Dourado

Triângulo Dourado

A mais ou menos 60 quilômetros ao norte da cidade de Chiang Rai, mas dentro da província de mesmo nome, fica o Triângulo Dourado.

Mais conhecido pelos locais como Sop Ruak, o Triângulo Dourado é a tríplice fronteira entre a Tailândia, o Laos e Myanmar. É nesse local que o rio Ruak deságua no rio Mekong, formando um triângulo natural. 

O Triângulo Dourado é hoje um parque natural. Cercado pelas exuberantes selvas tailandesas e margeado pelos rios, a paisagem é de uma beleza única.

Os bosques dividem espaço com as plantações de chá que, no passado, eram plantações de ópio. Claro que não podia faltar na fronteira desses três países budistas uma grande estátua de Buda.

Essa estátua fica perto do mirante de Sop Huak, e de lá é possível ver a confluência entre os rios.

Se você quiser, pode alugar um barco por lá e fazer um passeio pelos rios Ruak e Mekong. Talvez o Triângulo Dourado seja o melhor local para concluir seu passeio por Chiang Rai, pois essa é a porta de entrada para os países vizinhos.

Se depois da Tailândia você quiser se aventurar pelos mistérios do Laos, de Myanmar e do restante do sudeste asiático, Sop Huak é uma ótima porta de entrada.

 Onde  ficar em Chiang Rai

Booking.com

 Dicas  para os viajantes de Chiang Rai

Agora que você já conhece os pontos turísticos de Chiang Rai, aqui vão algumas informações adicionais.

Sobre o transporte: grande parte dos atrativos de Chiang Rai não ficam dentro da cidade. Alguns são bem distantes, e para muitos não há linhas de ônibus.

A forma mais fácil de chegar neles, como eu especifiquei acima, é de táxi ou tuk-tuk. Isso pode ter gerado um susto em alguns, principalmente nos que não sabem que fretar esses transportes na Tailândia é relativamente barato.

No entanto, há uma possibilidade ainda mais em conta. Se você dirigir moto, alugar uma é a melhor opção. Dessa forma, você terá maior liberdade em relação aos seus horários, e ainda vai economizar algum dinheiro.

Sobre alimentação: como eu disse acima, os mercados noturnos são os melhores lugares para jantar.

Na lista acima eu citei apenas o Chiang Rai Night Bazaar, que é o mais famoso.

Mas há outros, como o Saturday Night Market, que funciona nas noites de sábado, na rua Suk Sathit, a apenas alguns passos da Torre do Relógio; e o Walking Street, que fica na frente do Hill Tribe Museum.

Mas como ninguém vive só de jantar, nas proximidades da Torre do Relógio você encontra diversos restaurantes que funcionam para o almoço.

A gastronomia do norte da Tailândia é uma surpreendente mistura da culinária tailandesa, culinária dos países vizinhos (Laos e Myanmar) e uma forte influência da gastronomia chinesa.

Pratos à base de arroz e macarrão são muito comuns, e se você gosta de comida apimentada e bem temperada, vai adorar comer em Chiang Rai.

Ah, não se esqueça de experimentar as cervejas tailandesas, em especial a popular Singha.

Sabe aqueles destinos turísticos que você vai e se esquece de tudo? Aqueles lugares onde você só relaxa, curte o lugar, e abandona todo o estresse? Chiang Rai é assim.

Com cultura, comida boa e muita paz, em Chiang Rai você vai se sentir num retiro espiritual no meio das exóticas montanhas e selvas da Tailândia.

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Daniel Gualberto
O desejo de poder sempre viajar e compartilhar minhas dicas com a maior quantidade de pessoas, me levou a entrar no mundo dos blogs e mídias sociais, e um dia ter o Fica Ativo e Viaja (#FAV) como um das mais respeitadas referência em blog de viagens do Brasil.

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